O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que não vê problema em deixar o comando do Palácio Alencastro nas mãos da vice-prefeita, Coronel Vânia Rosa (MDB), caso decida se licenciar do cargo para participar da campanha da esposa, Samantha Iris (PL), à Assembleia Legislativa.
“Eu já tinha comunicado a ela antes mesmo dessa decisão. Então, não mudou nada”
Vânia anunciou, nesta segunda-feira (17), que desistiu de disputar uma vaga de deputada estadual. Com a decisão, ela fica livre para assumir o Executivo municipal caso Abilio opte pelo afastamento temporário.
“Não, isso não muda nada e não tenho preocupação nenhuma quanto a isso. Até porque, antes mesmo disso, eu já tinha conversado com a Vânia e falei para ela da possibilidade de, caso eu viesse a sair nos primeiros 15 dias ou na segunda quinzena [de setembro], que eu pudesse contar com ela”, afirmou à imprensa nesta terça-feira (18).
“Eu já tinha comunicado a ela antes mesmo dessa decisão. Então, não mudou nada. Para mim, continua o mesmo projeto: se eu sair, ela assume”, completou.
Apesar de admitir a possibilidade, Abilio ressaltou que ainda não decidiu se irá, de fato, se licenciar da Prefeitura para se dedicar à campanha eleitoral da esposa.
Abilio e Vânia já protagonizaram atritos políticos, especialmente após a vice-prefeita se filiar ao MDB. Na ocasião, o prefeito chegou a declarar que não permitiria que o partido voltasse ao comando do Palácio Alencastro. Apesar do histórico, ele negou que atualmente existam divergências pessoais entre os dois.
“Eu acho que o que mais existe é a divergência na imprensa, na comunicação, de alguma forma que um ou outro fala, mas entre eu e ela não tem nenhuma divergência”, disse.
“Estamos no mesmo andar, frente a frente, trabalhando juntos. Cada um com seu jeito de trabalhar, cada um com sua percepção, mas está tudo tranquilo. Não tenho nenhuma divergência com ela”, acrescentou.
Presidente do MDB em Cuiabá, Vânia afirmou nesta quarta-feira (19) que motivo de ter desistido da disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa foi “pessoal”.
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(MidiaNews)









